Como preparar a reunião com a escola
O enquadramento legal, o que levar, o que perguntar e dois modelos de email.
Receber grátisGuias, registos e um questionário de reflexão para compreender o desenvolvimento infantil, a neurodiversidade, as altas capacidades e a dupla excecionalidade, dos 0 aos 18 anos. Com base na pediatria, na psicologia do desenvolvimento e na lei portuguesa.
Formação e percurso
Cada idade traz perguntas diferentes. Comece pela fase do seu filho.
Marcos do desenvolvimento, consultas de vigilância e o que é variação normal. Um registo para acompanhar o que observa.
Ver recursos Berçário, creche e jardim de infânciaAdaptação, desfralde, refeições e autonomia. E o que fazer quando o ritmo do seu filho não é o da turma.
Ver recursos 1.º ciclo, 6 aos 10 anosO que esperar em cada ano, a leitura, a escrita e o cálculo, e os primeiros sinais que merecem atenção, na dificuldade e na capacidade.
Ver recursos 2.º e 3.º ciclos, 10 aos 15 anosA passagem para vários professores e a pré-adolescência. É muitas vezes aqui que surgem as dificuldades que a capacidade escondia até então.
Ver recursos Secundário, 15 aos 18 anosExames, escolhas de futuro, autonomia e saúde emocional. E as adaptações que ainda podem fazer a diferença até ao fim da escolaridade.
Ver recursos A minha especialização, em qualquer idadeSobredotação e dupla excecionalidade: da primeira suspeita à parceria com a escola, até ao fim da escolaridade.
Ver recursosMuitas altas capacidades e muitas dificuldades de aprendizagem passam despercebidas nos primeiros anos de escola. Uma criança capaz pode compensar uma dislexia durante anos, e uma criança com dificuldades pode esconder as suas capacidades. Há quem só perceba no 2.º ou no 3.º ciclo, no secundário ou até na universidade, já adulto. Olhar para trás, com a informação certa, ajuda a compreender o presente.
Em todas as idades: sensibilidades sensoriais, seletividade alimentar, comportamento em casa e na escola, e quando procurar um terapeuta da fala, um terapeuta ocupacional ou um psicólogo.
Se reconhece o seu filho nalguma destas frases, saiba que muitas famílias passam pelo mesmo. E não há nada de errado com ele.
Há crianças que não conseguem parar a meio de uma ideia.
Não é teimosia. É necessidade de fechar o pensamento.
Há crianças que fazem perguntas de adulto
e, cinco minutos depois, choram como se tivessem três anos.
Há crianças que só comem cinco alimentos
e não é capricho nem birra.
Há crianças que sentem tudo
os sons, as etiquetas da roupa, as injustiças.
Há crianças que leem aos quatro anos
e aos oito não conseguem escrever uma página.
Muitas vezes o problema não é a criança. É um ambiente que ainda não foi ajustado a ela.
Como posso ajudarTudo o que preparo segue esta ordem, do guia gratuito ao acompanhamento individual.
Saber o que é esperado para a idade, o que é variação normal e o que está por trás do comportamento, antes de o tentar corrigir.
Mudar o que está ao seu alcance em casa: rotinas, conversas, expectativas e a forma de lidar com as dificuldades e com a intensidade.
Levar à creche ou à escola um pedido claro e fundamentado, com base no regime da educação inclusiva, e acompanhar o que foi combinado.
Registar, rever e ajustar a cada nova fase, para que as decisões se baseiem no que observou ao longo do tempo.
Sou mãe de uma criança com altas capacidades. Mas até chegar aí, passei por todas as etapas por que passam tantas famílias.
As dúvidas sobre os marcos do desenvolvimento, a entrada na creche, os ritmos diferentes dos outros meninos, as sensibilidades que ninguém sabia explicar, a escola. Muitas vezes sem saber o que era normal, o que merecia atenção ou a quem perguntar. Se eu tivesse registado tudo desde o início, muitas respostas teriam chegado mais cedo.
Quando percebi o que o meu filho precisava, estudei a legislação e levei à escola propostas concretas de adaptação. Fui recebida com cordialidade, mas também com alguma reserva, como se um pedido fundamentado, vindo de uma mãe, fosse uma forma de querer decidir pela escola. Não era. O que eu procurava era uma parceria.
Pais e escola não estão em lados opostos. São parceiros na educação da mesma criança.
Fiz formação contínua em desenvolvimento, neuroeducação, educação inclusiva, sobredotação e dupla excecionalidade, e estou agora a frequentar o Graduate Diploma in Gifted Education da Dublin City University e a Especialização Avançada em Intervenção Psicopedagógica no Contexto Educativo do Instituto CRIAP. Antes disso fui coach e formadora e, durante oito anos à frente da BEBEGUI®, acompanhei centenas de famílias desde o nascimento dos filhos. Hoje junto tudo isso para que outros pais não tenham de começar do zero.
Cada degrau resolve um problema concreto, e nenhum obriga ao seguinte.
O guia para a reunião com a escola, o mapa das consultas de vigilância e o mini-questionário.
GratuitoReceber o guiaO Registo do Desenvolvimento, guias por fase e questionários com relatório pessoal.
A partir de 14 €Ver recursosOs primeiros anos, a entrada na escola, a sensorialidade, as dificuldades de aprendizagem.
A partir de 47 €Ver cursosO programa completo, com todos os registos e cursos e uma sessão mensal de perguntas e respostas.
Programa completoReceber o avisoSessões para o seu caso: organizar a informação, preparar a consulta ou a reunião com a escola, perceber que profissional procurar.
Por marcaçãoPedir informaçõesEm português de Portugal, para ler, preencher e ver ao seu ritmo.
O enquadramento legal, o que levar, o que perguntar e dois modelos de email.
Receber grátisDez afirmações sobre características frequentes em crianças com altas capacidades. Não clínico, 2 minutos.
Fazer o mini-questionárioAs idades-chave do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, o que se avalia em cada consulta e o que levar.
Quero receber o avisoMarcos por área e por idade, com espaço para as datas que observou e um resumo para levar às consultas.
Quero receber o avisoOrganizado pelos quatro passos: observar, ajustar em casa, preparar as reuniões e acompanhar ao longo do tempo.
Quero receber o avisoA adaptação, os direitos da criança e o que fazer quando o ritmo do seu filho não é o da turma: desfralde, refeições, autonomia.
Quero receber o avisoO que é típico da idade, os sinais que justificam falar com o pediatra e o que ajuda à mesa.
Quero receber o avisoEtiquetas, sons, cheiros e texturas: estratégias em casa e na escola, e quando procurar um terapeuta ocupacional.
Quero receber o avisoO que esperar do 1.º ao 4.º ano, e o que é normal e o que merece atenção na leitura, na escrita e no cálculo.
Quero receber o avisoQuando a capacidade deixa de compensar a dificuldade, ou quando a dificuldade escondia a capacidade. O que observar e o que pedir à escola.
Quero receber o avisoAs adaptações ao processo de avaliação, a preparação para os exames nacionais e a transição para o ensino superior.
Quero receber o aviso28 características em 5 dimensões, sinais de bem-estar e um relatório para levar à escola ou ao psicólogo.
Saber maisReconhecer, compreender e agir, com os seus direitos na escola portuguesa.
Quero receber o avisoQuando «tem de estar perfeito» trava a criança, e o que ajuda no dia a dia.
Quero receber o avisoChegue com calma, informação e um pedido claro. O guia é gratuito e chega-lhe por email em segundos.
Do nascimento aos 18 anos: os primeiros anos, a creche e o jardim de infância, o 1.º, o 2.º e o 3.º ciclos e o secundário. Na especialização em altas capacidades e dupla excecionalidade, acompanho até ao fim da escolaridade. E muitos pais que leem os recursos sobre os filhos acabam por se reconhecer neles também.
Os marcos do desenvolvimento têm janelas largas, e cada criança tem o seu ritmo. Ainda assim, há sinais que justificam falar com o médico de família ou com o pediatra, e não vale a pena «esperar para ver» quando os tem. Os recursos explicam a diferença e ajudam a preparar essa conversa. As consultas de vigilância do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil são o momento certo para as suas dúvidas.
Não. Não sou médica nem psicóloga. A avaliação e o diagnóstico cabem a médicos, psicólogos e terapeutas. O meu trabalho é ajudar as famílias a compreender, a organizar o que observam e a preparar as conversas com a escola e com os profissionais.
Na prática, falam do mesmo. «Sobredotação» é o termo mais tradicional em Portugal. «Altas capacidades» é o termo mais usado hoje na investigação e na escola, e sublinha que o potencial se desenvolve com o contexto e o apoio certos.
É quando uma criança tem altas capacidades e, ao mesmo tempo, outra condição, como PHDA, dislexia, autismo ou ansiedade. As duas podem esconder-se uma à outra: a capacidade disfarça a dificuldade, e a dificuldade esconde a capacidade.
Em Portugal, o regime da educação inclusiva (Decreto-Lei n.º 54/2018) prevê medidas de suporte à aprendizagem para todos os alunos que delas precisem, da educação pré-escolar ao secundário, incluindo os que precisam de mais desafio. Muitas medidas universais não dependem de um relatório clínico. No guia gratuito explico como fazer esse pedido.
Depois da compra, recebe por email o acesso. Os registos e guias podem ser descarregados e impressos em casa, e os cursos ficam disponíveis durante 12 meses. O pagamento é feito com cartão, de forma segura.
Pela fase do seu filho, na secção «Em que fase está o seu filho?». Se precisa de falar com a escola, comece pelo guia gratuito.
Comece hoje pelo guia gratuito, ou escolha a fase do seu filho e encontre o recurso certo para ele.
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